Pensei que ia ter vontade de gritar, de partir coisas, de espernear, de chorar.
Surpreendentemente, não caiu pelo meu rosto nem uma lágrima.
Talvez no fundo estivesse certa do que ia acontecer, talvez me tivesse conformado com o "é melhor assim" que tanto ouvi nos últimos dias, vindo de pessoas que afinal sabiam o que diziam.
Para trás ficam uma série de talvez, de "se", de pontos de interrogação e apenas uma certeza.
Todos os tolos que acreditam no "Para sempre" se desiludem.
Restam-me duas opções: deixar de ser tola e deixar de acreditar ou continuar a desiludir-me.
Qual é que vai ser?
Não percam o próximo episódio, porque nós também não...
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